quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Gosto de estrela




Não sei porque, sorri de repente, e um gosto de estrela me veio na boca.

Mario Quintana
(O melhor sorriso com estrelas que já vi!!!)


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

É noite aqui




É noite aqui.
Levanto os olhos pro céu como se quisesse caçar estrelas
 que me escapam em pleno vôo.
Pergunto-me, como é possível sentir alguém tão distante e,
no entanto, poder ler cada dobra de seus lábios.
O monstro de chocolate continua fazendo sombra na minha escrivaninha.
Continua nevando aqui.
Mas muito pouco.
Eu fujo da neve, para que meu coração não esfrie. 
Vai ver esta neve é a caspa de Deus coçando a cabeça,
enquanto pensa no que vai fazer comigo."(Pipa)


 ** Retirei esse lindo texto do blog   http://adoce-com-limao.blogspot.com/


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

Estrelas



As pessoas vêem estrelas de maneiras diferentes. 
Para aqueles que viajam, elas são guias ;
para outros, não são senão pequenas luzes;
para os sábios, constituem-se em desafiantes problemas;
para os homens de negócios podem ser de ouro.
Para todos esses as estrelas se calam.
Mas tu terás estrelas como ninguém nunca as teve 
Quando olhares o céu a noite, 
eu habitei numa delas e, ao rir,
será para ti com o se todas as estrelas rissem também
E desta forma tu, e somente tu, terás estrelas que sabem rir!
Teus amigos se surpreenderão
vendo-te olhar o céu e tu dirás.
Ah! É verdade, as estrelas, elas me fazem sempre rir.
E eles te julgarão louco."
Saint-Exupéry 

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

Namorados no mirante




Eles eram mais antigos que o silêncio
A perscrutar-se intimamente os sonhos
Tal como duas súbitas estátuas
Em que apenas o olhar restasse humano.
Qualquer toque, por certo, desfaria
Os seus corpos sem tempo em pura cinza.
Remontavam às origens – a realidade
Neles se fez, de substância, imagem.
Dela a face era fria, a que o desejo
Como um hictus, houvesse adormecido
Dele apenas restava o eterno grito
Da espécie – tudo mais tinha morrido.
Caíam lentamente na voragem
Como duas estrelas que gravitam
Juntas para, depois, num grande abraço
Rolarem pelo espaço e se perderem
Transformadas no magma incandescente
Que milênios mais tarde explode em amor
E da matéria reproduz o tempo
Nas galáxias da vida no infinito.
Eles eram mais antigos que o silêncio…

Vinícius de Moraes in Para Viver um Grande Amor


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

Tem gente




Tem gente que tem cheiro das estrelas que
Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra. 
A GENTE TEM CERTEZA.  
Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria.
Recebendo um buquê de carinhos.
Abraçando um filhote de urso panda.
Tocando com os olhos os olhos da paz.
Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave
 que sua presença sopra no nosso coração.

Ana Jácomo


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

no céu de minh'alma




Todas as noites
no céu de minh'alma
és estrela reluzente
irradiando paz...


Teu brilho descortina
um mundo de alegria
morada de um amor sublime
que se faz despertar...


Tua luz me envolve
por inteiro,
embalando meus sonhos
doce encanto sem fim.


Quando os ráios do sol
anunciam novo dia,
passo as horas a esperar,
que a noite logo chegue
para que o céu de minh'alma
possa voltar a brilhar...

Regina Azenha


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

Pessoas estrelas




-Sabe...
é como se olhassemos para o céu...
contemplassemos as estrelas...
cada uma com suas particularidades.
As pessoas também me parecem assim.
Ás vezes,parece que essas pessoas
são aquelas estrelas
pois se parecem
no olhar, no seu jeito de ser...


Realmente existem pessoas,
que possuem um brilho natural,
são estrelas sim, que vieram do céu
iluminar nosso caminho,
com demonstrações de carinho
amor puro...


Assim você é pra mim...


de Å ∂ ë m å r / Regina Azenha


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Orando...




Que eu consiga alcançar estrelas
e tenha a sabedoria de guardá-las,
para as situações de escuridão absoluta.
Que quando nada mais parecer dar certo
 e a esperança tiver ficado para trás,
corroída pelas traças na gaveta do esquecimento, eu invente.
Que a raiva não me cegue.
Que o medo não me trave.
Que a liberdade não me assuste.
E que nunca, jamais, em tempo algum,
eu deixe de acreditar.


Amém!

Duda Araújo


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

Noites da minha Terra




Anda o luar espalhando fios de prata
Pelos campos fora…Lírios a flux
Lança o azul do céu…e a terra grata
Transforma em mil perfumes toda a luz!
As estrelas cadentes vão ’spalhando
Lirios brancos também…agora a terra
Parece noiva linda, que sonhando
Caminha pró altar, além na serra…
É meia-noite agora. Tudo quieto
Na noite branda, dorme…Entreaberto
Vai esfolhando o lírio do luar
As alvas folhas, que cobrindo o céu,
E todo o mar e toda a terra, um véu
Branco,de noiva, lembra a palpitar!…



Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸




"Há quem me julgue perdido, porque ando a ouvir estrelas. Só quem ama tem ouvido para ouvi-las e entende-las..."

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

Estrela Cadente




Traço de luz… lá vai! Lá vai! Morreu.
Do nosso amor me lembra a suavidade…
Da estrela não ficou nada no céu
Do nosso sonho em ti nem a saudade!
Pra onde iria a ’strela? Flor fugida
Ao ramalhete atado no infinito…
Que ilusão seguiria entontecida
A linda estrela de fulgir bendito?…
Aonde iria, aonde iria a flor?
(Talvez, quem sabe?… ai quem soubesse, amor!)
Se tu o vires minha bendita estrela
Alguma noite… Deves conhecê-lo!
Falo-te tanto nele!… Pois ao vê-lo
Dize-lhe assim: “Por que não pensas nela?”


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

Ontém...







Ontem olhei para o céu, e pude ver estrelas donde outrora ficavam apenas nuvens... não sei ao certo quem mandou, se eu ou se o céu!!!

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

Oração





Senhor Jesus, muito obrigada! 
Pelo ar que nos dás, Pelo pão que nos deste, Pela roupa que nos veste, Pela alegria que possuímos, Por tudo de que nos nutrimos. 
Muito obrigada, pela beleza da paisagem, Pelas aves que voam no céu de anil, Pelas Tuas dádivas mil! Muito obrigada, Senhor! 
Pelos olhos que temos...Olhos que vêm o céu, que vêm a terra e o mar, Que contemplam toda beleza! Olhos que se iluminam de amor Ante o majestoso festival de cor Da generosa Natureza! 
E os que perderam a visão? 
Deixa-me rogar por eles Ao Teu nobre Coração! Eu sei que depois desta vida, Além da morte, Voltarão a ver com alegria incontida...
Muito obrigada pelos ouvidos meus, Pelos ouvidos que me foram dados por Deus. Obrigada, Senhor, porque posso escutar O Teu nome sublime, e, assim, posso amar. Obrigada pelos ouvidos que registram: A sinfonia da vida, No trabalho, na dor, na lida... 
O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro, As lágrimas doridas do mundo inteiro E a voz longínqua do cancioneiro...
E os que perderam a faculdade de escutar? Deixa-me por eles rogar... Eu sei que no Teu Reino voltarão a sonhar. Obrigada, Senhor, pela minha voz. Mas também pela voz que ama, Pela voz que canta, Pela voz que ajuda, Pela voz que socorre, Pela voz que ensina, Pela voz que ilumina...
E pela voz que fala de amor, Obrigada, Senhor! Recordo-me, sofrendo, daqueles Que perderam o dom de falar E o teu nome sequer podem pronunciar!...
Os que vivem atormentados na afasia E não podem cantar nem à noite, nem ao dia...Eu suplico por eles Sabendo que mais tarde, No Teu Reino, voltarão a falar. 
Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas Alavancas da ação, do progresso, da redenção. Agradeço pelas mãos que acenam adeuses, Pelas mãos que fazem ternura, E que socorrem na amargura; Pelas mãos que acarinham, Pelas mãos que elaboram as leis E pelas que as feridas cicatrizam Retificando as carnes partidas, A fim de diminuírem as dores de muitas vidas! Pelas mãos que trabalham o solo, Que amparam o sofrimento estancam lágrimas, Pelas mãos que ajudam os que sofrem, Os que padecem...
Pelas mãos que brilham nestes traços, Como estrelas sublimes fulgindo nos meus braços! ...E pelos pés que me levam a marchar, Erecto, firme a caminhar, Pés da renúncia que seguem Humildes e nobres sem reclamar. E os que estão amputados, os aleijados, Os feridos e os deformados, Os que estão retidos na expiação Por crimes praticados noutra encarnação, Eu rogo por eles e posso afirmar Que no Teu Reino, após a lida Desta dolorosa vida, Poderão bailar E em transportes sublimes com os seus braços também afagar. Sei que lá tudo é possível Quando Tu queres ofertar, Mesmo o que na Terra parece incrível! Obrigada, Senhor, pelo meu lar, O recanto de paz ou escola de amor, A mansão de glória Ou pequeno quartinho, O palácio ou tapera, o tugúrio ou a casa de miséria! Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho e Pelo lar que é meu...
Mas, se eu sequer Nem um lar tiver Ou teto amigo para me abrigar Nem outra coisa para me confortar, Se eu não possuir nada, Senão as estradas e as estrelas do céu, Como sendo o leito de repouso e o suave lençol, E ao meu lado ninguém existir, vivendo e chorando sozinho ao léu...
Sem um alguém para me consolar Direi, cantarei, ainda: Obrigada, Senhor, porque te amo e sei que me amas, Porque me deste a vida Jovial, alegre, por Teu amor favorecida...
Obrigada, Senhor, porque nasci, Obrigada, porque creio em Ti. ...
E porque me socorres com amor, Hoje e sempre, Obrigada, Senhor! 


Divaldo Pereira Franco (médium) Amélia Rodrigues (espírito)

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

Meu filho...




Meu filho, amigo, companheiro, irmão, pai, mestre... meu maior TESOURO! 
Não existe na vida, nada que valha mais que um filho. 
É um Tesouro único e inexplicável. 
Filho, você que tanto me traz alegrias e que me faz sorrir nos momentos em que estou triste ou quando estou pensativa, agradeço a Deus por você existir em minha vida. 
Iluminado seja seu nome e o seu caminho para que possas vencer. 
Que Deus em sua infinita sabedoria, guie você por todos os dias de tua vida. 
Que tenhas sucesso por toda a estrada que ainda terá a percorrer ! 
Que Deus te traga grandes e iluminados dias na vida, que possas ser Rei sem jamais perder a Simplicidade, que possas ter Fé sem perder a Esperança, que possas Sorrir sem perder a Lágrima, que possas ser Homem... sem perder a Criança, que possas ser sempre Feliz!!! 
E numa única prece, rogo a Deus: Óh Pai de toda a Divina Sabedoria, abençoai meu Pequenino Ser, que está florescendo para a Vida e o guie pelos caminhos da Luz. 

Amém!!!


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

quinta-feira, 15 de setembro de 2011






"Jamais digas que as estrelas estão mortas só porque o céu está nublado."

Desconhecido



Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

Luz das estrelas



"Quando a noite esconde a luz, Deus acende as estrelas."

Pe. Fabio de Melo


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

terça-feira, 14 de junho de 2011

Via láctea...

 
Ora ( direis ) ouvir estrelas!
Certo, perdeste o senso!
E eu vos direi, no entanto
Que, para ouví-las,
muitas vezes desperto
E abro as janelas, pálido de espanto

E conversamos toda a noite,
enquanto a Via-Láctea, como um pálio aberto,
Cintila.
E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas?
Que sentido tem o que dizem,
quando estão contigo? "

E eu vos direi:
"Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e e de entender estrelas."



Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Ressuscita-me


Mestre, eu preciso de um milagre
Transforma minha vida meu estado
Faz tempo que eu não vejo a luz do dia
Estão tentando sepultar minha alegria
Tentando ver meus sonhos cancelados
Lázaro ouviu a Sua voz
Quando aquela pedra removeu
Depois de quatro dias ele reviveu
Mestre, não há outro que possa fazer
Aquilo que só o Teu nome tem todo poder
Eu preciso tanto de um milagre
Remove a minha pedra
Me chama pelo nome
Muda a minha história
Ressuscita os meus sonhos
Transforma a minha vida
Me faz um milagre
Me toca nessa hora
Me chama para fora
Ressuscita-me
Tu És a própria vida
A força que há em mim
Tu És o filho de Deus
Que me ergue pra vencer
Senhor de tudo em mim
Já ouço a Tua voz
Me chamando pra viver
Uma história de poder

Aline Barros

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Que eu não perca…


Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO,
mesmo sabendo que as rosas não falam…
Que eu não perca o OTIMISMO,
mesmo sabendo que o futuro
que nos espera pode não ser tão alegre…
Que eu não perca a VONTADE DE VIVER,
mesmo sabendo que a vida é,
em muitos momentos, dolorosa…
Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS,
mesmo sabendo que, com as voltas do mundo,
eles acabam indo embora de nossas vidas…
Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS,
Mesmo sabendo que muitas delas são incapazes
de ver, reconhecer e retribuir, esta ajuda…
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo
que inúmeras forças querem que eu caia…
Que eu não perca A VONTADE DE AMAR,
mesmo sabendo que a pessoa que
eu mais amo pode não sentir o mesmo sentimento por mim…
Que eu não perca a LUZ E O BRILHO NO OLHAR,
mesmo sabendo que muitas coisas
que verei no mundo escurecerão os meus olhos…
Que eu não perca a GARRA,
mesmo sabendo que a derrota e a perda
São dois adversários extremamente perigosos…
Que eu não perca a RAZÃO,
mesmo sabendo que as tentações da vida
são inúmeras e deliciosas…
Que eu não perca o sentimento de JUSTIÇA,
mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu…
Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO,
mesmo sabendo que um dia os meus braços estarão fracos…
Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VIVER,
mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos
e escorrerão por minha alma…
Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA,
mesmo sabendo que ela muitas vezes
me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia…
Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração,
mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado…
Que eu não perca a vontade de SER GRANDE,
mesmo sabendo que o mundo é pequeno…
E acima de tudo…
Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente!
Que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um
é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois…
A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHO
SE CONCRETIZADA NO AMOR!
Chico Xavier

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Meu coração está de luto...


Não existem palavras que possam confortar o coração dos familiares das vítimas da tragédia na escola do Rio de Janeiro.
Esse ato é uma crueldade sem precedentes.
Infelizmente outros 'loucos' estão à solta por esse mundo afora e eles somente são descobertos diante de uma fatalidade, dificilmente são identificados antes que o fato aconteça.
Inocentes, pequenos brasileiros, filhos, crianças... foram tiradas da alegria da vida...

Só Deus pode consolar os corações dos pais. Meus pêsames.


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

terça-feira, 5 de abril de 2011

Nunca mais...


Nunca mais direi "eu não posso",
pois “TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE."
Filipenses 4:13

Nunca mais direi que “não tenho",
pois “o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir em Cristo Jesus, cada uma de minhas necessidades."
Filipenses 4:19

Nunca mais direi que “tenho medo",
porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação."
2o Timóteo 1:7

Nunca mais direi que “tenho dúvidas” ou “falta de fé",
porque eu tenho “a medida da fé que Deus repartiu a cada um."
Romanos 12:3

Nunca mais direi que “sou fraco,"
porque junto “o Senhor é a fortaleza da minha vida."
Salmo 27:1

e “o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo."
Daniel 11:32

Nunca mais direi que “O mal tem supremacia em minha vida,"
porque “maior é aquele que está em mim do que aquele que está no mundo."
1º João 4:4

Nunca mais direi que “estou derrotado,"
porque Deus “em Cristo sempre me conduz em triunfo."
2ª Coríntios 2:14

Nunca mais direi que “não tenho sabedoria,"
pois “Cristo Jesus… se tornou da parte de Deus (minha) sabedoria."
1ª Coríntios 1:30

Nunca mais direi que “estou doente,"
pois “pelas suas pisaduras fui sarado."
Isaías 53:5

e “Jesus mesmo tomou minhas enfermidades e carregou com as minhas doenças."
Mateus 8:17

Nunca mais direi que “estou preocupado e frustado,"
pois estou “lançando sobre ele toda a minha ansiedade, porque ele tem cuidado de mim."
1ª Pedro 5:7

Em Cristo estou livre de cuidados!

Nunca mais direi que “estou preso",
pois “onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade."
2ª Coríntios 3:17

Meu corpo é templo do Espírito Santo!

Nunca mais direi que “estou condenado,"
pois “já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus."
Romanos 8:1

Estou em Cristo; portanto, estou livre de condenação.
Autor desconhecido.

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

quarta-feira, 30 de março de 2011

A ela, a única Maria do mundo!



Sim, na roça o polvilho se faz a coisa alva: mais que o algodão, a garça, a roupa na corda. Do ralo às gamelas, da masseira às bacias, uma polpa se repassa, para assentar, no fundo da água e leite, azulosa – o amido – puro, limpo, feito surpresa. Chamava-se Maria Exita. Datava de maio, ou de quando? Pensava ele em maio, talvez, porque o mês mor – de orvalho, da Virgem, de claridades no campo. Pares se casavam, arrumavam-se festas; numa, ali, a notara: ela, flor. Não lembrava a menina, feiosinha, magra, historiada de desgraças, trazida, havia muito, para servir na Fazenda. Sem se dar idéia, a surpresa se via formada. Se, às vezes, por assombro, uma moça assim se embelezava, também podia ter sido no tanto-e-tanto. Só que a ele, Sionésio, faltavam folga e espírito para reparar em transformações.

Saíra da festa em começo, dada mal sua presença; pois a vida não lhe deixava cortar pelo sono: era um espreguiçar-se ao adormecer, para poupar tempo no despertar. Para a azáfama – de farinha e polvilho. Célebres, de data, na região e longe, os da Samburá; herdando-a, de repente, Seo Nésio, até então rapaz de madraças visagens, avançara-se com decisão de açoite a desmedir-lhes o fabrico. Plantava á vasta os alqueires de mandioca, que ali, aliás, outro cultivo não vingava; chamava e pagava os braços; espantava, no dia-a-dia, o povo. Nem por nada teria adiantado atenção a uma criaturinha, a qual.

Maria Exita. Trouxera-a, por piedade, pela ponta da mão, receosa de que o patrão nem os outros a aceitassem, a velha Nhatiaga, peneireira. Porque, contra a menos feliz, a sorte sarapintara de preto portais e portas: a mãe, leviana, desaparecida de casa; um irmão, perverso, na cadeia, por atos de morte; o outro, igual feroz, foragido, ao acaso de nenhuma parte; o pai, razoável bom-homem, delatado com lepra, e prosseguido, decerto para sempre, para um lazareto. Restassem-lhe nem afastados parentes; seja, recebera madrinha, de luxo e rica, mas que pelo lugar apenas passara, agora ninguém sabendo se e onde vivia. Acolheram-na, em todo o caso. Menos por direita pena; antes, da compaixão da Nhatiaga. Deram-lhe, porém, ingrato serviço, de todos o pior: o de quebrar, à mão, o polvilho, nas lages.

Sionésio, de tarde, de volta, cavalgava através das plantações. Se a meio-galope, se a passo, mas sôfrego descabido, olhando quase todos os lados. Ainda num Domingo, não parava, pois. Apenas, por prazo, em incertas casas, onde lhe dessem, ao corpo, consolo: atendimento de repouso. Lá mesmo, por último, demorava um menos. Prazer era ver, aberto, sob o fim do sol, o mandiocal de verdes mãos. Amava o que era seu – o que seus fortes olhos aprisionavam. Agora, porém, uma fadiga. O ensimesmo. Sua sela se coçava de uso, aqui a borraina aparecendo; tantas coisas a renovar, e ele sem sequer tempo. Nem para ir de visita, no Morro-do-Boi, à quase noiva, comum no sossego e paciências, da terra, em que tudo relevava pela medida das distâncias. Chegava à Fazenda. Todavia, esporeava.

O quieto completo, na Samburá, no Domingo, o eirado e o engenho desertos, sem eixo de murmúrio. Perguntava à Nhatiaga, pela sua protegida. __ “Ela parte o polvilho nas lages...” – a velha resumira. Mas, e até hoje, num serviço desses? Ao menos, agora, a mudassem! __ “Ela é que quer, diz que gosta. E é mesmo, com efeito...” – a Nhatiaga sussurrava. Sionésio, saber que ela, de qualquer modo, pertencia e lidava ali, influía-lhe um contentamento; ele era a pessoa manipulante. Não podia queixar-se. Se o avio da farinha se pelejava ainda rústico, em breve o poderia melhorar, meante muito, pôr máquinas, dobrar quantidades.

Demorara para ir vê-la. Só no pino do meio-dia – de um sol do qual o passarinho fugiu. Ela estava em frente da mesa de pedra; àquela hora, sentada no banquinho rasteiro, esperava que trouxessem outros pesados, duros blocos de polvilho. Alvíssimo, era horrível, aquilo. Atormentava, torturava: os olhos da pessoa tendo de ficar miudinho fechados, feito os de um tatu, ante a implacável alvura, o sol em cima. O dia inteiro, o ar parava levantado, aos tremeluzes, a gente se perdendo por um negrume do horizonte, para temperar a intensidade brilhante, branca; e tudo cerradamente igual. Teve dó dela – pobrinha flor. Indagou:__ “Que serviço você dá?” – e era a tola questão. Ela não se vexou. Só o mal-e-mal, o boquinãoabrir, o sorriso devagar. Não se perturbava. Também, para um pasmar-nos, com acontecesse diferente: nem enrugava o rosto, nem espremia ou negava os olhos, mas oferecidos bem abertos – olhos desses, de outra luminosidade. Não parecia padecer, antes tirar segurança e folguedo, do triste, sinistro polvilho, portentoso, mais a maldade do sol. E a beleza. Tão linda, clara, certa – de avivada carnação e airosa – uma iázinha, moça feita em cachoeira. Viu que, sem querer, lhe fazia cortesia. Falou-lhe, o assunto fora de propósito: que o polvilho, ali, na Samburá, era muito caprichado, justo, um dom de branco, por isso para a Fábrica valia mais caro, que os outros, por aí, feiosos, meio tostados...

Depois, foi que lhe contaram. Tornava ainda, a cavalo, seu coração não enganado, como sendo sempre desiguais os domingos; de tarde, aí que as rolinhas e os canários cantavam. Se bem – ele ali o dono – sem abusar da vantagem. “De suas maneiras, menina, me senti muito agradado...” – repetia um futuro talvez dizer. A Maria Exita. Sabia, hoje: a alma do jeito e ser, dela, diversa dos outros. Assim, que chegara lá, com os vários sem-remédios de amargura, do oposto mundo e maldições, sozinha de se sufocar. Aí, então, por si sem conversas, sem distraídas beiras, nenhumas, aportara àquele serviço – de toda a despreferência, o trabalho pedregoso, no quente feito boca-de-forno, em que a gente sente engrossar os dedos, os olhos inflamados de ver, no deslumbrável. Assoporava-se sob o refúgio, ausenciada? Destemia o grado, cruel polvilho, de abater a vista, intacto branco. Antes, como a um alcanforar o fitava, de tanto gosto. Feito a uma espécie de alívio, capaz de a desafligir; de muito lhe dar: uma esperança mais espaçosa. Todo esse tempo. Sua beleza, donde vinha? Sua própria, tão firme pessoa? A imensidão do olhar – doçuras. Se um sorriso; artes como de um descer de anjos. Sionésio nem entendia. Somente era bom, a saber feliz, apesar dos ásperos. Ela – que dependendo só de um aceno. Se é que ele não se portava alorpado, nos rodeios de um caramujo; estava amando mais ou menos.

“Se outros a quisessem, se ela já gostasse de alguém?” – as asas dessa cisma o saltearam. Tantos, na faina, na Samburá, namoristas; e às festas – a idéia lhe doía. Mesmo de a figurar proseando com os próximos, no facilitar. Porém, o que ouviu, aquietava-o. Ainda que em graça para amores, tão formosa, ela parava a cobro de qualquer deles, de más ou melhores tenções. Resguardavam a seus graves de sangue. Temiam a herança da lepra, do pai, ou da falta de juízo da mãe, de levados fogos. Temiam a algum dos assassinos, os irmãos, que inesperado de a toda hora sobrevir., vigiando por sua virtude. Acautelavam. Assim, ela estava salva. Mas a gente nunca se provê segundo garantias perpétuas. Sionésio passara a freqüentar nas festas, princípios a fins. Não que dançasse; desgostava-o aquilo, a algazarra. Ficava de lá, de olhos postos em, feito o urubu tomador de conta. Não a teria acreditado tão exata em todas essas instâncias – o quieto pisar, num muxoxozinho úmido prolongado, o jeito de pôr sua cinturinha nas mãos, feliz pelas pétalas, juriti nunca aflita. A mesma que no amanhã estaria defronte da mesa de laje, partindo o sol nas pedras do terrível polvilho, os calhaus, bitelões. Se dançava, era bem; mas as muito poucas vezes. Tinham-lhe medo, à doença incerta, sob a formosura. Ah, era bom, uma providência, esse pejo de escrúpulo. Porque ela se via conduzida para não se casar nunca, nem podendo ser doidivã. Mas precisada de restar na pureza. Sim, do receio não se carecia. Maria Exita era a para se separar limpa e sem jaças, por cima da vida; e de ninguém. Nela homem nenhum tocava.

Sem embargo de que, ele, a queria, para si, sempre por sempre.

E, ela, havia de gostar dele, também, tão certamente.

Mas, no embaraço de inconstantes horas – as esperanças velhas e desanimações novas – de entre-momentos. Passava por lá, sem paz de vê-la, tinha um modo mordido de a admirar, mais ou menos de longe. Ela, no seu assento raso, quando não de pé, trabalhando a mãos ambas. Servia o polvilho – a ardente espécie singular, secura límpida, material arenoso – a massa daquele objeto. Ou, o que vinha ainda molhado, friável, macio, grudando-se em seus belos braços, branqueando-os até para cima dos cotovelos. Mas que, toda-a-vida, de solsim brilhava: os raios reflexos, que os olhos de Sionésio não podiam suportar, machucados, tanto valesse olhar para o céu e encarar o próprio sol.

As muitas semanas castigavam-no, amiúde nem conseguia dormir, o que era ele mesmo contra ele mesmo, consumição de peixão, romance feito. De repente, na madrugada, animava-se a vigiar os ameaços de chuva, erguia-se aos brados, acordando a todos:__ “Apanhar polvilho! Apanhar polvilho!...” Corriam, em confusão de alarme, reunindo sacos, gamelas, bacias, para receber o polvilho posto no ar, nas lajes, onde, no escuro da noite, era a única coisa a afirmar-se, como um claro de lagoa d’água, rodeado de criaturas estremunhadas e aflitas. Mal podia divisá-la, no polvoroso, mas contentava-o sua proximidade viva, quente presença, aliviando-o. Escutou que dela falassem: “Se não é que, no que não espera, a mãe ainda amanhece por ela...ou a senhora madrinha...” Salteou-se. Sem ela, de que valia a atirada trabalheira, o sobreesforço, crescer os produtos, aumentar as terras? Vê-la, quando em quando. A ela – a única Maria no mundo. Nenhumas outras mulheres, mais, no repousado; nenhuma outra noiva, na distância. Devia, então, pegar a prova ou o desengano, fazer a ação de a ter, na sisuda coragem, botar beiras em seu sonho. Se conversasse primeiro com Nhatiaga? – achava, estapeou aquele pensamento contra a testa. Não receava a recusação. Consigo forcejava. Queria e não podia, dar volta a uma coisa. Os dias iam. Passavam as coisas, pretextadas. Que temia, pois, que não sabia que temesse? Por vez, pensou: era, ele mesmo, são? Tinha por onde merecer? Olhava seus próprios dedos, seus pulsos, passava muito as mãos no rosto. A diverso tempo, dava o bravo: tinha raiva a ela. Tomara a ele que tudo ficasse falso, fim. Poder se desentregar da ilusão, mudar de parecer, pagar sossego, cuidar só dos estritos de sua obrigação, desatinada. Mas, no disputar do dia, criava as agonias da noite. Achou-se em lágrimas, fiel. Por que, então, não dizia hás nem eis, andava de mente tropeçada, pubo, assuntando o conselho, em deliberação tão grave- assim de cão para o luar? Mas não podia. Mas veio.

A hora era de nada e tanto; e ela era sempre a espera. Afoito, ele lhe perguntou:

__ “Você tem vontade de confirmar o rumo de sua vida? __falando-lhe de muito coração. __ “Só se for já...” __ e, com a resposta, ela riu clara e quentemente, decerto que sem a propositada malícia, sem menospreço. Devia de ter outros significados o rir, em seus olhos sacis.

Mas, de repente, ele se estremeceu daquelas ouvidas palavras. De um susto vindo de fundo: e a dúvida. Seria ela igual à mãe? – surpreendeu-se mais. Se a beleza dela – a frutice, da pele, tão fresca, viçosa – só fosse por um tempo, mas depois condenada a engrossar e se escamar, aos tortos e roxos, da estragada doença? – o horror daquilo o sacudia. Nem agüentou de mirar, no momento, sua preciosa formosura, traiçoeira. Mesmo, sem querer, entregou os olhos ao polvilho, que ofuscava, na laje, na vez do sol. Ainda que por instante, achava ali um poder, contemplado, de grandeza, dilatado repouso, que desmanchava em branco os rebuliços do pensamento da gente, atormentastes.

A alumiada surpresa.

Alvava.

Assim; mas era também o exato, grande, o repentino amor – o acima. Sionésio olhou mais, sem fechar o rosto aplicou o coração, abriu bem os olhos. Sorriu para trás. Maria Exita. Socorria-a a linda claridade. Ela – ela! Ele veio para junto. Estendeu também as mãos para o polvilho – solar e estranho: o ato de quebrá-lo era gostoso, parecia um brinquedo de menino. Todos o vissem, nisso, ninguém na dúvida. E seu coração se levantou. __ “Você, Maria, quererá, a gente, nós dois, nunca precisar de se separar? Você, comigo, vem e vai?” Disse, e viu. O polvilho, coisa sem fim. Ela tinha respondido:__ “Vou, demais.” Desatou um sorriso. Ele nem viu. Estavam lado a lado, olhavam para frente. Nem viam a sombra de Nhatiaga, que quieta e calada, lá, no espaço do dia.

Sionésio e Maria Exita – a meios-olhos, perante o refulgir, o todo branco. Acontecia o não-fato, o não-tempo, silêncio em sua imaginação. Só o um-e-outra, um em-si-juntos, o viver em ponto sem parar, coraçãomente: pensamento, pensamor. Alvor. Avançavam, parados, dentro da luz, como se fosse o dia de todos os pássaros.



Guimarães Rosa

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

terça-feira, 29 de março de 2011

Na minha casa é assim...





Quando amanhece o dia
Na minha casa é assim...
Enquanto um mostra preguiça,
o outro sorri para mim...
Me ponho logo a chamar
É hora de ir pra escola
Docemente vou "brigando"
Prá que ninguém perca a hora.
Começa o alvoroçar
do corre - corre na casa.
Tênis, toalha, uniforme...
-Manhê ! você vem me ajudar !?
Preparo o café bem quentinho
O leite, a manteiga e o pão
Comam todos com jeitinho...
Mas antes, uma oração.
Com um beijinho um se despede
O outro diz: - Vai com Deus
Não canso de agradecer
Isso tudo que Deus me deu.
...Quando amanhace o dia, na minha casa é assim...


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

segunda-feira, 21 de março de 2011

A porta ao lado

         Em entrevista dada pelo médico Drauzio Varella, disse ele que a
 que absolutamente tudo dê certo, e que, às vezes, por aborrecimentos
 mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.
         E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia na vida  da gente...
         É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na
 garagem (ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping). Em vez de
 simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua
 vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o que resta do seu dia.
         Eu acho que esta história de dois carros alinhados, impedindo a
 abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de
 algumas pessoas melhor, e de outras, pior.
         Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos,
 mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes.
         Será que nada dá errado pra eles? Dá aos montes. Só que, para
 eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor
 diferença.
         O que não falta neste mundo é gente que se acha o último
 biscoito do pacote. Que "audácia" contrariá-los! São aqueles que nunca
 ouviram falar em saídas de emergência: fincam o pé, compram briga 
e não deixam barato.
         Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente.
O mundo versus eles.
         Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por ela também.
 É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema
 solúvel. E como esse, a maioria dos nossos problemões podem ser
 resolvidos assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail, um pedido
 de desculpas, um deixar barato.
         Eu ando deixando de graça... Pra ser sincero, vinte e quatro
 horas têm sido pouco prá tudo o que eu tenho que fazer, então não vou
 perder ainda mais tempo ficando mal-humorado.
         Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes e
 gente idem; pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia. Então eu uso a
 "porta do lado" e vou tratar do que é importante de fato.
         Eis a chave do mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do
 bom humor, a razão por que parece que tão pouca coisa na vida dos outros
 dá errado."
         Quando os desacertos da vida ameaçarem o seu bom humor, não
 estrague o seu dia... Use a porta do lado e mantenha a sua harmonia.
 Lembre-se, o humor é contagiante - para o bem e para o mal - portanto,
 sorria, e contagie todos ao seu redor com a sua alegria.
A "Porta do  lado" pode ser uma boa entrada ou uma boa saída... Experimente!

 Dráuzio Varella

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

 gente tem um nível de exigência absurdo em relação à vida, que queremos

quarta-feira, 16 de março de 2011

De volta...

Depois de um tempo longe... estou de volta!!! 
Com saudades de compartilhar as coisas que leio e que vejo... 
Então ai vai uma música para abrir o dia!!!
MAR DE GENTE - O RAPPA
Aiôa ê ê, Aiôa é!
Aiôa ê ê, Aiôa é!
Aiôa ê ê, Aiôa ôa!
Aiôa ê ê, Aiôa é!
Brindo a casa
Brindo a vida
Meus amores
Minha família...(2x)
Atirei-me ao mar
Mar de gente onde
Eu mergulho sem receio
Mar de gente onde
Eu me sinto por inteiro...
Eu acordo com uma
Ressaca guerra
Explode na cabeça
E eu me rendo
A um milagroso dia...
Essa é a luz
Que eu preciso
Luz que ilumina
Cria e nos dá juízo
Êh! Êh! Êh! Êh!
Essa é a luz
Que eu preciso
Luz que ilumina
Cria e nos dá juízo
Luz que ilumina
Cria e nos dá juízo...
Voltar com a maré
Sem se distrair
Tristeza e pesar
Sem se entregar
Mal, mal vai passar
mal vou me abalar
Mal, mal vai passar
Mal vou me abalar...
Esperando verdades
De criança
Um momento bom como
Voltar com a maré
Sem se distrair
Navegar é preciso se não
A rotina te cansa
Tristeza e pesar
Sem se entregar...
Aiôa ê ê, Aiôa é!
Aiôa ê ê, Aiôa é!
Aiôa ê ê, Aiôa é!
Aiôa ê ê, Aiôa é!
Interesses na Babilônia
Viram nevoeiro
Poços em chamas
Tiram proveito
Passa, passa, passa
Passa, passa
Passageiro
A arte ainda
Se mostra primeiro...
Uma onda segue a outra
Assim o mar olha pro mundo
Assim o mar olha pro mundo
Eh!...
Brindo a casa
Brindo a vida
Meus amores
Minha família...(2x)
Eh!
Atirei-me ao mar
Mar de gente onde
Eu mergulho sem receio
Mar de gente onde
Eu me sinto por inteiro...
Eu acordo com uma
Ressaca guerra
Explode na cabeça
Eu me rendo
Mais um milagroso dia...
Essa é a luz
Que eu preciso
Luz que ilumina
Cria e nos dá juízo
Essa é a luz
Que eu preciso
Luz que ilumina
Cria e nos dá juízo
Luz que ilumina
Cria e nos dá juízo...
Voltar com a maré
Sem se distrair
Tristeza e pesar
Sem se entregar
Mal, mal vai passar
Mal vou me abalar
Mal, mal vai passar
Mal vou me abalar...
Esperando verdades
De criança
Um momento bom como
Voltar com a maré
Sem se distrair
Navegar é preciso se não
A rotina te cansa
Tristeza e pesar
Sem se entregar...

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Oração pra HOJE


Que eu continue a acreditar no outro
mesmo sabendo de alguns valores
tão esquisitos que permeiam o mundo;

Que eu continue otimista,
mesmo sabendo
que o futuro que nos espera
nem sempre é tão alegre;

Que eu continue com
a vontade de viver,
mesmo sabendo que
a vida é,
em muitos momentos,
uma lição difícil de ser aprendida;
Que eu permaneça com
a vontade de ter grandes amigos(as),
mesmo sabendo que
com as voltas do mundo,
eles(as) vão indo embora de nossas vidas;

Que eu realimente sempre
a vontade de ajudar as pessoas,
mesmo sabendo que muitas delas
são incapazes de ver, sentir,
entender ou utilizar esta ajuda;

Que eu mantenha
meu equilíbrio,
mesmo sabendo que os desafios
são inúmeros
ao longo do caminho;

Que eu exteriorize
a vontade de amar,
entendendo que amar
não é sentimento de posse,
é sentimento de doação;

Que eu sustente
a luz e o brilho no olhar,
mesmo sabendo que
muitas coisas que vejo no mundo,
escurecem meus olhos;

Que eu retroalimente
minha garra, mesmo sabendo que
a derrota e a perda
são ingredientes
tão fortes quanto
o Sucesso e a Alegria;

Que eu atenda sempre mais
a minha intuição,
que sinaliza o que
de mais autêntico possuo;

Que eu pratique sempre mais
o sentimento de justiça,
mesmo em meio
à turbulência dos interesses;

Que eu não perca
o meu forte abraço,
e o distribua sempre;

Que eu perpetue
a Beleza e o Brilho de ver,
mesmo sabendo que as
lágrimas também brotam dos
meus olhos;

Que eu manifeste
o amor por minha família,
mesmo sabendo que ela
muitas vezes me exige muito
para manter sua harmonia;

Que eu acalente
a vontade de ser grande,
mesmo sabendo que
minha parcela de
contribuição no mundo
é pequena;

E, acima de tudo...
Que eu lembre sempre
que todos nós fazemos parte
desta maravilhosa teia chamada Vida,
criada por Alguém
bem superior a todos nós!
E que as grandes mudanças
não ocorrem
por grandes feitos de alguns
e, sim,
nas pequenas parcelas cotidianas
de todos nós!

(Autor Desconhecido)

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

Perdido...


“Quando se está perdido nessa selva,
algumas vezes é preciso algum tempo
para você se dar conta de que está perdido.
Durante muito tempo,
você pode se convencer de que só se afastou
alguns metros do caminho,
de que a qualquer momento irá conseguir
voltar para a trilha marcada.
Então a noite cai, e torna a cair,
e você continua sem a menor ideia de onde está,
e é hora de reconhecer que se afastou tanto
do caminho que sequer sabe mais em que direção o sol nasce.”

Elizabeth Gilbert - Comer, Rezar, Amar

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Caminho


Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos,
não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, 
mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida. 

Quando sair de um longo tratamento de saúde,
não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar,
mas na bênção de Deus que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida,
as coisas boas que surgiram nas dificuldades.  
Elas serão uma prova de sua capacidade,
e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.

Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.
Uns queriam um carro; outros, andar.
Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário.

Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa
sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior.
Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera;
a inferior, julga;
a superior, alivia;
a inferior, culpa;
a superior, perdoa;
a inferior condena. 

Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar.


Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Lição

André Luiz vem contar a você, amigo leitor, que a maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com a própria consciência, onde edificamos o céu, estacionamos no purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal; vem lembrar que a Terra é oficina sagrada, e que ninguém a menosprezará, sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o próprio coração.
guarde a experiência dele no livro dalma. Ela diz bem alto que não basta à criatura apegar-se à existência humana, mas precisa saber aproveitá-la dignamente; que os passos do cristão, em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo...

Emmanuel

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Dor

Deus escreve certo por linhas tortas... REALMENTE!!!
O tempo do cásulo já acabou... agora é a hora da borboleta!!!

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O fato...


O fato de alguma coisa fazer BEM, não significa, compulsoriamente, que sua ausência faz MAL.

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

1° SELINHO DA QUERIDA SIMONE!!!

SELINHO QUE GANHEI DA AMIGA SIMONE DO BLOG http://abuscadia.blogspot.com/
LINDO VIU QUERIDA... BRIGADA PELO CARINHO... DETALHE... PRA GANHAR ESSE SELINHO TEM QUE INDICAR 10 BLOG PRA EU SEGUIR UHUUUUUUUUU... VAMOS AUMENTAR A REDE RSRSRS

BEIJOCASSS

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

Sinto-me tão feliz...

Sinto-me tão feliz, tenho tido momentos
 danados de bonitos, sabe?
Dessas belezas pequeninas, do dia a dia,
que passam tão desapercebidas,
tenho aprendido a acender a luz do meu olhar pra elas,
e valorizá-las como se deve...
esse mundo de palavras e sonhos
tem me aberto secretamente muitas emoções...
ando com um gosto de céu na boca...
um jeito de céu por entre nuvens....


Erikah Azzevedo

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Eu gosto...

 
Eu gosto de gente que tem medo! Gosto!
Gosto de gente que se acovarda com cenas; que se melindra perante o grande ou o pequeno; que se encolhe perante o tudo ou o nada.
Gosto das pessoas que mudam de cor, que desesperam a tremer, que ficam de boca seca e olhos que as denunciam.
Gosto de quem não dorme à noite por ter um medo qualquer a dar voltas na cabeça; gosto de quem não fala por o tal medo lhe ter passado para a garganta, impossibilitando a produção de sons coerentes que, por sua vez, formam palavras.
Gosto muito de quem passa a vida a ver a vida passar ao lado.
Adoro gente com medo. Adoro as suas fugas para a frente, para trás, para os lados, para cima, para baixo…
Adoro. Ver gente crescida num frenesim de correria maluca, fugindo de pessoas, de lugares, de palavras, de sentimentos. De tudo.
Adoro pessoas que de tanto medo, até paralisam, incapazes de nada a não ser transformar a vida numa bela e sentida homenagem ao medo e seus adjacentes.
Gosto dos e das nervosinhas que tremem o pé e roem as unhas, que esfregam um qualquer amuleto ou repetem uma qualquer reza antes de colocarem o pé fora da cama.
Gosto dos que têm tiques nos olhos e tremeliques nas mãos, erupções cutâneas espontâneas e suores frios.
Gosto de quem enruga a cara perante uma qualquer possibilidade, dúvida ou hipótese.
Adoro os que acham que é necessário ser-se dono de toda a verdade universal.
Adoro os que têm tanto medo de tudo e todos que se tornam uns profissionais do narcisismo e egoísmo, incapazes de olhar para os outros sem os achar tão grosseiramente inferiores, incapazes, indignos e infiéis que nem sequer merecem qualquer tipo de reconhecimento de existência.
Adoro, adoro, adoro os que rejeitam tudo e todos devido ao medo, à insegurança, à fraqueza tão profunda que em vez de se aproximarem para beber da força dos outros, afastam-se de modo a que não hajam lembretes desses seus próprios medos e inseguranças e fraquezas. Quanto mais longe melhor! Quanto menos virem quem não partilha de tais coisas, melhor!
O horror que isso seria.
Ciclo vicioso de auto-destruição engraçada muito difícil de quebrar.
Mas eu gosto de gente assim. Especialmente dos que não têm a menor pinga de razão ou racionalidade (sim, porque há os racionais) quanto aos seus medos e inseguranças e fraquezas; dos que escolhem, conscientemente, ir pelo caminho do fechar os olhos, mãos, braços e coração a tudo e todos porque, para eles, é muito mais fácil viver assim, sem confrontos, sem animosidades, sem picos ou quedas de tensão… no essencial, sem nada que os faça recordar do medo que sentem.
Gosto de gente assim. Adoro gente assim. Adoro!!!
Fazem-me sempre lembrar que, se ignoram os outros, não é porque não gostem deles ou não os queiram por perto. Não. É por esses tais outros representarem tudo quanto eles não conseguem ser, por os fazerem lembrar de tudo quanto não conseguem, não podem e não querem fazer ou ter. Não é inveja, entenda-se. Não. Acredito que chegue a ser doloroso ver quem anda pela vida “brincando”, parecendo quase inconsciente com os riscos que corre todos os dias e em relação a tudo.
Eu gosto de gente assim porque eu sei algo que eles não sabem.
Eu sei que há, entre os tais outros, quem trema dos mesmos medos e inseguranças e fraquezas mas que pura e simplesmente recuse uma espécie de derrota perante a vida.
Gosto de gente assim porque, no fundo, e de certa forma, até têm mais coragem que os outros.
E é preciso Coragem, gente. Muita.
Virar costas a tudo e todos e passar a viver numa espécie de duelo interno permanente sabendo que há hipóteses de evitar tudo isso?
É preciso Coragem.
Pena é tudo isso não lhes valer de rigorosamente nada a não ser para criar memórias amargas, dúvidas irracionais e impossíveis de resolver e questões inócuas de cujas respostas fogem sempre.
Gosto desta gente porque, ao menos, não atrapalham os que de tanta falta de coragem para o isolamento e afundamento de alma, cagam de alto nos medos e vivem sabendo que se não se acertar hoje, amanhã há sempre nova oportunidade.
Que devagar, devagarinho, se vai ao longe.
Ao menos não atrapalham. E isso, apesar dos apesares, já não é mau.
Eu, por mim, gosto.


Autor Desconhecido
* Eu também gosto, e MUITO! :)

Érica Cypriano ღ¸.•*•.¸